1 de outubro de 2010

Que tal uma vingança para quem fala mal de nós?

?

Para isso qualificamos quatro estereótipos de homens: o bebê, o cabide, o dispenser e o manequim. Para todos os gostos. Será que reconhece algum?

Homem bebê
É o que nunca cresce uma eterna criança, o Peter Pan moderno. Tem comportamentos autodestrutivos, é total dependente e necessita que sua mulher se torne sua mãe.
Pensa comigo: quando você tem nos braços o bebê de uma amiga e ele se suja, o que você faz? Seguramente você devolve para ela e diz: “pegue, ele fez cocô”. O mesmo pode fazer com ele. Não troque as fraldas do seu homem bebê! Desprenda-se dele e deixe-o livre para que faça suas coisas sozinhas!

Homem cabide
É o que está obcecado consigo mesmo. Para atingir seus objetivos passa por cima da mulher: não quer que ela estude, nem que trabalhe, nem que tenha seu próprio dinheiro.
Só eles podem ser auto-suficientes. Pois bem, o que acontece se passar a não dar valor a suas palavras? E se o desafiar? E se verifica e descobre que todas as bobagens que acreditou e aceitou até hoje eram todas tontas e vinham de um manipulador? Avalie.

Homem dispenser
Os chamamos assim porque “esquenta quando aperta um botão e esfria quando aperta outro”. Esse homem não aceita que lhe digam o que tem que fazer e, no caso de aceitar o pedido da mulher, o fará com raiva.
Também é “acomodado” no trabalho: como não quer fracassar, prefere manter o certo e não arriscar.
Quando esse homem se queixar, pode responder: “por que se queixa? É tão difícil o que te peço?” Retruque sempre e devolva toda a queixa.

Homem manequim
É perfeito: atlético, musculoso, bom, compreensivo, te proporciona dinheiro, te leva para viajar e é fiel por natureza.
Mas antes que continue se entusiasmando, quero te dar uma notícia: esse homem não existe, está só nas vitrines. Tem as características que sonhamos e atende todas as nossas expectativas, mas é de mentira. E no remoto caso de existir… com certeza ele não é tão homem assim…

O que podemos fazer?
É tempo de começar de novo.
Algumas mulheres que passaram suas vidas ao lado de homens como estes permaneceram sentadas, simplesmente vendo a vida passar.
Outras ficaram durante anos assistindo o que eles não faziam e se esqueceram do que deveriam fazer.
Não tampe buracos de ninguém amiga, faça o que corresponde e crie seu próprio caminho. Isso não é ser orgulhosa nem egoísta, quando fazemos nosso caminho, melhoramos também o caminho daqueles que estão conosco.




4 comentários:

  1. Alyne, vc arrasou... Acho que todas as mulheres já tiveram algum homem parecido com os que vc descreveu! E o comentário final é real!!! Bjus

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  2. O blog tá muito legal, meninas.
    Parabéns!
    beijo

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  3. sempre é tempo de recomeçar!!! amei o post

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